Temos o hábito de olhar e criticar.
Esquecemos que fazemos sofrer,
Esquecemos que alguém poderá ver.
Por vezes esse “alguém” existe.
Qual será a sensação?
Ver com clareza, Ouvir sem fim e Sentir sem querer?
Deixa-nos sem razão,
Porque afinal, nada disto é possível.
Pensamos que somos donos do Mundo,
Que pudemos pedir, dizer e exigir.
Grandes egos, não?!
Talvez, mas continuamos a exibir.
Procuramos o que é certo,
O incerto não faz sentido.
Lá está o ridículo da história,
O pouco da glória.
Ás vezes apetece acabar,
Deixar de ser,
Parar!
Para quê continuar?
Esse “alguém”,
Vê o que não quer, Ouve o que não quer e sente o que não quer.
Mesmo assim, faz os caprichos de qualquer um…
Caprichos que nem merece ter!
Em troca?
Nada de nada.
Ou talvez receba um coração gelado,
E um interior calado.
Achamo-nos especiais porque pensamos que vemos tudo,
Errado!
Há quem veja mais…
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